domingo, 15 de julho de 2012

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dore

Dormiu de toca por fagulha de ilusão. Uma faísca. Alvo brando. Areia transversa a tecer sonhos que vai querer sonhar de novo. e riem belos os anjinhos fumantes que dão tchau.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Banidos do Paraíso

A dor da perda é tão intensa, que as vezes perdemos Um grão de areia e lamentamos como se tivéssemos Perdido um deserto inteiro. Como se tivéssemos perdido a vida. Gabi Oliva

sábado, 7 de julho de 2012

e pra onde você vai quase todos os dias?

Para cura de expostas feridas nada melhor que poeira de flores secas.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

"A decisão é, na verdade, o que de mais próprio concerne a excelência e é melhor do que as próprias acções no que respeita à avaliação dos carácteres humanos. A decisão parece, pois, ser voluntária. Decidir e agir voluntariamente não é, contudo, a mesma coisa, pois, a acção voluntária é um fenómeno mais abrangente. É por essa razão que ainda que tanto as crianças como os outros seres vivos possam participar na acção voluntária, não podem, contudo, participar na decisão. Também dizemos que as acções voluntárias dão-se subitamente, mas não assim de acordo com uma decisão. Os que dizem que a decisão é um desejo, ou uma afecção, ou anseio, ou uma certa opinião, não parecem dizê-lo correctamente, porque os animais irracionais não tomam parte nela. Por outro lado, quem não tem autodomínio age cedendo ao desejo, e, desse modo, não age de acordo com uma decisão. Finalmente, quem tem autodomínio age, ao tomar uma decisão, mas não age, ao sentir um desejo. Um desejo pode opor-se a uma decisão, mas já não poderá opor-se a um outro desejo. O desejo tem em vista o que é agradável e o que é desagradável. A decisão, contudo, não é feita em vista do desagradável nem do agradável." Aristóteles

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A cidade. As luzes. As ruas. O asfalto. Os olhos de quem foi desprezado foram absorvidos pela terra. Sugados pelos vermes famintos da cidade. Os seus, os meus, os deles foram estilhaçados no meio do caminho e ninguém reparou. Daí, a terra absorveu. Fernando Alves Pinto, em seu auto-retrato.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

Suicidiariaminto

Suicidiariamente, minto me entrega.
Vagas lúmens, luscofusco em piscalerta?

Juntos vem, comigo em desalerta,
frente em frente, inebriados véus.
Turvas brisas, lunus abissais.

Sais, sais de mim,
comum luna tangente.

Cheia que emagrece.
Ceia, que me aquece.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Podemos pensar sem palavras?

quarta-feira, 21 de março de 2012

Se(i)

vai vivendo
vai si vivendo
vai si vivendo si
esvai vivendo
esvai si vivendo
esvai si vivendo si
em si?

domingo, 11 de março de 2012

Estrela do Sul


domingo em delírio vi.
ventos sais.

em brisas, aturdido ser,
vivi.

vislumbro-te em montes,
vales por sobre a luz.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

cada um, cada dois

cruzam 2 passantes no cerne da praça 0.
1, all outro indaga:
oi o que dos dias conta?

e outro, all 1 responde:
nada de interessante,
pois de verdades e inverdades,
está tudo a mesma
merda de antes.

(...)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

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