"Em lugar nenhum, há tempo algum."
Mário Peixoto
terça-feira, 16 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Imersidão
O universo.
A plêiade em versos
da inversa mansidão.
Na imensidão
hímens se dão.
Eu,
imerso,
quero-o todo.
A plêiade em versos
da inversa mansidão.
Na imensidão
hímens se dão.
Eu,
imerso,
quero-o todo.
sábado, 6 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Oferendas da noite
Em noites de sacadas e horizontes:
luzes, pontos e espaços.
Labirintos do desejo,
guias do aleatório.
Caminhos em nuances.
Invisíveis horizontes.
Sacadas.
luzes, pontos e espaços.
Labirintos do desejo,
guias do aleatório.
Caminhos em nuances.
Invisíveis horizontes.
Sacadas.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Amor inimigo
O limite, relações lesadas,
mantenho segredos,
desejos de nada.
O fato.
Fios que falam,
tecendo mistérios,
vazio e tédio.
Vozes, vidros quebrados.
Estiletes na mente,
o eu fragmentado,
desejo enquadrado.
A cidade, eterno retorno,
suporto o medo do abandono.
Realidade, claridade súbita,
lúdico objeto.
Amor inimigo.
A solidão é um fato.
A cidade, eterno retorno,
suporto o medo do abandono.
Realidade, claridade súbita,
lúdico objeto dos desejos.
Vozes, vidros quebrados
Estiletes na mente,
o eu fragmentado,
amor inimigo.
A solidão é um fato.
(Mercenárias - SP - anos 80)
mantenho segredos,
desejos de nada.
O fato.
Fios que falam,
tecendo mistérios,
vazio e tédio.
Vozes, vidros quebrados.
Estiletes na mente,
o eu fragmentado,
desejo enquadrado.
A cidade, eterno retorno,
suporto o medo do abandono.
Realidade, claridade súbita,
lúdico objeto.
Amor inimigo.
A solidão é um fato.
A cidade, eterno retorno,
suporto o medo do abandono.
Realidade, claridade súbita,
lúdico objeto dos desejos.
Vozes, vidros quebrados
Estiletes na mente,
o eu fragmentado,
amor inimigo.
A solidão é um fato.
(Mercenárias - SP - anos 80)
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